> Por Jacinto Jr. ! A verdade é aqui vai prevalecer

Por Jacinto Jr. ! A verdade é aqui vai prevalecer

Posted on sábado, 2 de janeiro de 2016 | No Comments

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Jacinto Júnior
Recentemente estive dialogando com um colega sobre a atual conjuntural política local – por uma questão de ética, não citarei o nome desse colega, mas, ele é do meio televisivo. Entre uma coisa e outra, ele citou um fato que me chamou bastante atenção. Esse meu colega tendo uma conversa com um dos mais íntimos conselheiros da turma do conservadorismo da extrema-direita (o pessoal do alto industrializado que pode tudo, inclusive convencer pela mentira uma verdade da mentira! Atentem para o trocadilho!) disse que esse intimo conselheiro afirmou categoricamente que o seu pré-candidato “está em primeiro lugar nas novas pesquisas realizadas” e que, Pedro Belo é o segundo e Chiquinho do SAAE em terceiro, coisa desse gênero!
Antes, porém, de aprofundar esse argumento, gostaria de relembrar o que é a ‘mentira‘Goebbels. Assim que o regime nazista ascendeu ao poder em 1933, Hitler nomeia Joseph Goebbels para a pasta do Ministério da Propaganda. Goebbels foi um excelente orador e associou isso ao seu talento propagandístico e numa de suas falas elaborou a mais primorosa definição sobre marketing: “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”. A intenção foi a de convencer o povo alemão de que engendrar circunstancias desfavoráveis contra inimigos a mentira seria a mais forte dose para deslegitimar a existência do povo judeu. Tal recurso, no inicio talvez tenha dado certo, contudo, há uma contraposição popular a esse argumento fabuloso: “a mentira tem pernas curtas”. E foi isso que aconteceu com o regime nazista: por ter se constituído sob uma mentira, não poderia se sustentar com essa mesma mentira e desmoronou-se. Em síntese, o que quero mostrar é o seguinte: quando o meu colega me disse que o “mais intimo” conselheiro da troika conservadora afirmou que o seu pré-candidato “está em primeiro lugar nas novas pesquisas realizadas”, ele, na verdade, tenta fazer o jogo imposto pelo regime nazista, usando a mentira como absoluta verdade! Mas, diante dessa nova realidade, vamos considerar alguns pontos nodais para compreender esse místico jogo enfadonho que é o da política minúscula assoberbada pelo espirito caudilhista:
I. Como posso me sentir seguro diante de uma informação e, ao mesmo tempo, não posso torna-la pública? O que impede ao grupo de divulgar essa pesquisa em que o principal pré-candidato tem uma vantagem sobre seus principais oponentes?
II. Porque será que a falsa ideia de vencedor compõe a principal tese da extrema-direita?
III. Será que, a partir da divulgação dessa nova pesquisa – se tiver coragem de publicar -, o povo aceitará como um fato real e verdadeiro?
IV. Os resultados são semelhantes aos daqueles publicados em meados de maio/junho pela credibilíssima ESCUTEC?
Penso que o mote da vitória é oriundo de uma estratégia que estabelece alguns elementos suscetíveis de ações corretivas (reavaliação da estratégia), talvez seja esta a tática implementada pela troika para, aos poucos, fazer as devidas correções, as falhas e equívocos no processo que desembocará no ano de 2016.
Desmistificar as jogadas ‘implícitas’ da troika conservadora não constitui para mim tarefa hercúlea, ao contrário, é tão simples quanto enganar uma criança com um belo bombom de chocolate ‘sonho de valsa’. Vejamos pormenorizadamente esse processo político que está se movimentando cada vez mais e, com a aparência de renovo, inovação, de mudança e de transformação: o principal estratagema é o uso de instrumentos elaborados pelo governo do Estado, como se tal atividades constituíssem o mais impressionante tecido social de compromisso para com o povo e, ao mesmo tempo, os serviçais de plantão – para não chama-los de bajuladores da troika – complementam a estratégia utilizando os meios de comunicação de massa fazendo uma intransigente apologia dessa política como se o governador comunista Flávio Dino tivesse feito esse programa para doa-lo à troika conservadora num gesto de apoio incondicional. A política social (de bem-estar) inaugurada recentemente pela Secretaria Estadual de Esportes e Lazer, não visa privilegiar e muito menos ser modelo para o oportunismo velado da troika para resplandecer um sentimento totalizante de protecionismo e bênçãos.
Bom, mas vejamos o outro lado desse estratégico jogo do oportunismo empregado pela troika conservadora para iludir a grande massa popular. É até nojento constatar esse jogo meloso e falso!
O meu colega quando afirmou que o “intimo” conselheiro da troika conservadora falou com tamanha firmeza sobre o resultado da pesquisa disse-lhe que não pretendem publicar essa pesquisa. Mas porque não publicar? Será que a reação e repercussão vai ser maiores do que à primeira amostragem? Cá entre nós, aquilo foi simplesmente, r-i-d-í-c-u-l-o! Mas, mais ridículo ainda, foi a tentativa de corrigir o absurdo apresentado! Tal gesto caracterizou, de fato, a apropriação e o uso do discurso maléfico de Joseph Goebbels.
Quando, de verdade, a troika conservadora reconhecerá que não possui a capacidade para exprimir e alcançar a grande massa com suas falácias e, assim, sentir-se respeitada? Não podemos subestimar a capacidade da grande massa (o povo, a imensa população que define o processo eleitoral) de compreender os fatos, é salutar que, com a internet o comportamento social foi completamente modificado no espectro de consciência política por essa massa.
DAFALÁCIA PARA O DESCRÉDITO Á TROIKA CONSERVADORA
Simplesmente surpreendente os números-índices apresentados naquela primeira amostragem da intenção de votos aos pré-candidatos. Seria de bom tom que fizéssemos uma pequena introdução crítica a esses números-índices por conta de sua magnitude.
O porcentual apresentado à primeira vista, já daria a vitória espetacular para o pré-candidato da troika conservadora num feito inédito, pois, a vantagem deste, sobre os outros, é simplesmente glamoroso e notável. Vence até mesmo as velhas e experientes raposas tradicionais. Por isso reafirmo é um feito extraordinário.
Um pré-candidato que chega a um indicador de 41,10% quase um ano antes do pleito eleitoral, ele, na verdade, nem precisa mais correr atrás, pode pegar uma rede e ir para uma de suas choupanas e descansar, com um belo copo de suco de maracujá, pois, já estar eleito! Caramba e carambita! (como dizia o velho e pançudo Chico amigo de Zagor, um de meus heróis de quadrinho preferidos, quando estavam em perigo!) será que a informação dessa pesquisa contém uma verdade? Eu faço o desafio para que o supremo comandante da troika conservadora autorize sua publicação para, apartir dela, sentir o clima da opinião pública! Certamente, será um momento de intensa compressão, sem dúvida nenhuma.
A troika conservadora não medirá esforços para imprimir uma posição positiva para o seu grupelho composto de oportunistas e aproveitadores, lenientes com a razão inversa do que é essencialmente verdadeiro.
Não acredito naquilo que pressupõe ser a grande novidade, a grande renovação, quando tal espectro reproduz copiosamente tudo que condena em discurso. Dito de outro modo: o sujeito que prega um conceito de justiça não pode contrariar tal conceito, realizando uma injustiça, ou então, não pode impor uma moral idônea, quando esta perde sentido e sua essência, desmoralizando a si mesmo, na medida em que abusa de suas promessas e cultua o mesmo vício de outrem, incondicionalmente, sabendo, que tal prática, é contrária ao seu misero discurso.
É essa cultura reprovável que condeno, mas que, a elite branca tem paixão em fortalecer esse ciclo de dominação. A falácia da ocultada pesquisa é a expressão mais forte de que, se publicada, será rechaçada, rejeitada da mesma forma como fora a anterior. Isso implica afirmar que, a troika conservadora tem uma clara consciência da rejeição de tal pré-candidatura. Por maior que seja o esforço para desintoxicar a mente e o coração do povo, na perspectiva de apresentar uma imagem sensível, bondosa, comprometida com as políticas públicas sociais a memória popular não esquece atos e fatos de natureza hostil, ditatorial e repressor oriunda do grupelho que arroga e ostenta a vitória antecipadamente.

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